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9.1.13

Crítica: A Hora do Espanto


A HORA DO ESPANTO
Fright Night 

EUA , 2011 - 106 min. 
Comédia / Terror

Direção: 
Craig Gillespie

Roteiro: 
Marti Noxon, Tom Holland

Elenco: 
Colin Farrell, David Tennant, Christopher Mintz-Plasse, Anton Yelchin, Imogen Poots, Toni Collette, Dave Franco Rei


O terror trash está quase desaparecido nos tempos de hoje. A comédia com horror então, foi esquecida literalmente. Ou quase. O remake de A Hora do Espanto tenta reviver o gênero e sobreviver em uma era, onde blockbusters fúteis, tentam se levar a serio, com direito a sermão na platéia. 

De certa forma, a refilmagem tem êxito: não tenta ser mais do que é, exala a superficialidade e a imaturidade clássica do gênero, assim como propõe personagens em situações tão toscas que chegam a divertir. Aqui até os atores parecem achar graça neste jogo de gato e rato. Ou de homem e vampiro, como preferir. Em especial Colin Farrel. 

Em uma época como a nossa, em que o cinema expõe vampiros que brilham no sol, possui sentimentos e são insuportavelmente melancólicos, A Hora do Espanto resgata, no estilo mais clássico possível, toda a tradição dos vampiros, com direito a estacas e água benta. O maior problema do longa é investir na tecnologia para se reproduzir, que perde e muito, todo o tom de segunda linha, típico do gênero, e acaba se contradizendo no que se propõe, mesmo que os efeitos utilizados seja tão vagabundos quanto o próprio roteiro. Não tente o levar a serio, é perca de tempo e de diversão.

Nota: 6/10


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