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9.1.13

Crítica: Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge


BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE
The Dark Knight Rises 

Estados Unidos , 2012 - 164 min. 
Ação/ Drama

Direção: 
Christopher Nolan

Roteiro: 
Christopher Nolan, Jonathan Nolan, David Goyer

Elenco: 
Christian Bale, Gary Oldman, Tom Hardy, Joseph Gordon-Levitt, Anne Hathaway, Marion Cotillard, Morgan Freeman, Michael Caine


Depois de 4 anos de espera, FINALMENTE, chega aos cinemas brasileiros a última parte da trilogia do homem morcego. Christopher Nolan entrega aqui, como não era por menos, uma terceira parte absolutamente memorável, digna da trilogia e qualidade que a criou, que possui um desfecho mais que brilhante.

Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge funciona perfeitamente como um longa fechado, como o fim de um ciclo, abrange uma narrativa ainda mais pesada, brusca e arrisca em uma história ainda mais épica, como se o anterior já não tivesse sido o suficiente. 

O personagens, novos ou veteranos possui extrema profundidade e Nolan demonstra excelente desempenho em dirigir tantos focos em apenas uma narrativa sem errar a mão. Bane, o novo vilão, tinha para alguns o objetivo de superar o trabalho de Heath Ledger como o Coringa, mas o que já se mostrava antecipadamente desnecessário, aqui se tem a prova. Tom Hardy exala competência e foge aos extremos do vilão anterior, mas não menos brilhante, sua expressão com o olhar e voz são assustadoras e marcantes, um dos primeiros vilões das adaptações de quadrinhos para os cinemas que realmente mete medo no telespectador. 

Sem querer detalhar e nem se aprofundar em nada para não perder a força do filme, posso antecipar que Christopher Nolan soube minuciosamente desenvolver um final que explorasse proporções gigantescas, não apenas em ação e efeitos especiais, coisa tipica de Hollywood, mas com tudo o que a sétima arte tem de melhor.

Difícil estar escrevendo esta crítica, gostaria de estar berrando aos montes cada detalhe maravilhoso que fecha esta trilogia fantástica, mas deixo para que cada um tenha a fantástica experiencia de se deslumbrar com um dos maiores filmes da história do cinema, que possui minúsculos defeitos, que são quase imperceptíveis perante suas inúmeras qualidades.
Damos adeus a uma das trilogias mais bem desenvolvidas da história, com um gigantesco desafio. Afinal, o show continuará sobre outras mãos e de antemão, desejo toda a sorte do mundo para quem o aceitar. 

Nota: 10/10




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